Pânico e terror se espalham no Maranhão pelos derrotados
O clima no interior do Maranhão, nas cidades em que os prefeitos não lograram êxitos, quer na reeleição ou na eleição de seus candidatos, é de terror e perseguição.
Funcionários públicos municipais estão sendo demitidos em massa, pagamentos à fornecedores e prestadores de serviços estão suspensos, sem contar que todas as obras de campanha estão paralisadas. Uma irresponsabilidade dos gestores.
Com exceção das cidades de São Benedito do Rio Preto e Açailândia, ninguém se sente seguro, ainda mais se existir a desconfiança de que não votaram na reeleição ou nos candidatos dos atuais prefeitos.
Em Pinheiro, o prefeito Zé Arlindo, que pegou uma taca do candidato Filuca Mendes, o clima é de insegurança e tristeza. Alí, servidores foram retirados da folha sem a menor explicação, prestadores de serviços foram informados de que nada receberão (o que vai causar desemprego), nada de atendimento hospitalar e até escolas ameaçam ser fechadas.
Em Timon, então, nada passou a funcionar. Tudo diante dos olhares cegos e vesgos da Justiça e, principalmente, do Ministério Público. Uma lástima!
Até aqui, em São Luís, onde a eleição se definirá no dia 28 deste mês, no segundo turno, centenas de pessoas estão sendo exoneradas pelo prefeito João Castelo.
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